segunda-feira, 14 de abril de 2008
Liberados
Está tudo bem agora.
domingo, 13 de abril de 2008
Domingo no hospital
Pela manhã estávamos ansiosos para sair do hospital, só que veio a notícia: mais uma noite lá, pois na verdade ele estava com malária. Ficamos frustrados pois o dia estava lindo.
Bem, um parágrafo para o detalhe do lindo dia. Nunca vi tanta gente na praia. Como tinha que ir em casa pelo menos umas três vezes ao dia para cuidar dos cachorros, pude acompanhar como a praia foi enchendo de pessoas. Agora o que me chamou a atenção é de que, ao contrário do que eu havia notado aos sábados, não havia brancos na praia. Só apenas alguns que acompanhavam negros, mas a praia é dos negros neste dia.
Quando fui passear com os cachorros na praia, por volta das 16:30 pude ver que eles foram preparados para passar o dia todo. Tinha de tudo, até fogareiro para esquentar comida.
Voltando ao hospital, na hora do almoço do domingo, quase morro de rir: o menu do dia era peixe. Só que veio um peixe inteiro!!! Tiveram que quebrar o rabo para caber no prato!
Como a nutricionista deve ter faltado também neste dia, a cozinheira, pelo visto, quis agradar o paciente estrangeiro e mandou servir hamburguer com batata frita no jantar! Dá para acreditar???
sábado, 12 de abril de 2008
El Rapha
Aqui no Gabão não existe hospital particular. Este, o El Raha, é o melhor dos hispitais públicos daqui. Bem, se comparar com os hospitais públicos que eu já fui aí no Brasil, o daqui é uma maravilha!
Depois de colher algumas amostras de sangue, veio a notícia de que ele teria que ser internado. O quarto era uma maravilha (pense!). Mas pelo menos tinha tudo o que ele precisava: uma cama, banheiro e uma televisão com uma meia dúzia de canais que não sintonizavam muito bem. Ah! Não posso me esquecer da cadeira para o acompanhante dormir!
Veio o almoço: carne guisada com arroz e salada com maionese!!! Isso mesmo. Acho que a nutricionista estava de folga no sábado.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Cotton Club
Esta noite fomos jantar em um restaurante que serve comida típica africana. Por sorte, além de jacaré, tartaruga, cervos e cobras, eles também servem peixe. Um lugar interessante.
A próxima parada seria o Cotton Club, só que tivermos que fazer um pit stop no aeroporto, pois Gunther precisava ver um avião búlgaro que havia chegado e se certificar de que toda a carga que ele trazia seria retirada ainda nesta madrugada. Após uma hora acompanhando o descarregamento, fomos para o Cotton Club.
Bem, não sei como qualificar este lugar, só sei que não é um lugar para se ir sozinho, principalmente os homens (bem, aqueles que não querem ser assediados). Não demoramos muito. Mas tive tempo de observar uma coisa: como a turma aqui gosta de um espelho! Ficam disputando um espaço na frente do espelho na área de dança. Na saída estava chovendo muuuito e com cada relâmpago... Me molhei toda até chegar ao carro.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Nada de internet.
Infelizmente aqui nesta região não há vacas... Pois tenho pensado em uma forma de torturar o pessoal da Gabon Telecom. Um coqueiro, corda e mel. Amarro ele no coqueiro sem calças, jogo mel nas partes pudendas e solto o bezerrinho. Perfeito!
terça-feira, 8 de abril de 2008
Mais uma experiência africana...
Continuando na minha vidinha de dondoca sem internet, fui ao banco tirar algum dinheiro, pois aqui muito raramente usa-se o débito automático ou cartão de crédito. Todo mundo anda com dinheiro em espécie. Muitas vezes um booooolo de dinheiro.
Bem, parei o carro na rua do banco, uma das principais do centro, do outro lado da calçada e atravessei. A fila estava grande. Quando retornei vi que tinham bloqueado a roda do meu carro! Colocaram um triângulo de ferro com um cadeado e uma multa no pára-brisas pois eu havia estacionado em lugar proibido. Bem, o engraçado nessa estória é que, até hoje, não vi nenhuma placa de probido estacionar em qualquer lugar! Neste mesmo lugar eu já parei outras vezes e não aconteceu nada. Por sorte os ilustríssimos representantes do poder público estavam dentro de uma caminhonete bem próximo dali e me viram voltar para o carro.
Como meu francês ainda é limitado, liguei para Gunther e passei o telefone para um deles. Do outro lado da linha, quando recebi o telefone de volta estava Gunther morrendo de rir. Disse que eu teria que pagar $ 10.000 CFA (R$ 40,00) para os caras e estava tudo certo. Assinei a multa, coloquei meu telefone e o valor que estava entregando aos guardas e fui liberada. Neste mesmo dia precisei voltar ao mesmo lugar e tinha lá um carrão parado muito tranquilo. Acho que só quem tem carro pequeno tem esse problema por aqui. Mais uma nova experiência para o meu currículo gabonês.
domingo, 6 de abril de 2008
Nada de F1
Ao contrário do que acontece durante a semana, quase não vi negros na praia. Que código é este? Ainda preciso entender.
Estava doida para assistir à corrida hoje. Apesar dos 5 ou mais canais de esportes, não consegui assistir à corrida. Só vi depois o resultado.
Mas Se eu quiser assistir rugby, futebol americano e uns outros esportes que eu nunca vi na minha vida, os canais têm de rodo.
